domingo, 31 de março de 2013

O XADREZ E SEUS MESTRES SEGUNDO OS CONCEITOS PENSATOSOFICOS


Rua xadrez, jogo, os jogadores, Barcelona




O escritor francês Charles Baudelaire dizia que "A imaginação é a
faculdade filosófica por excelência". No xadrez, a imaginação é 
indispensável para criar variantes e combinações. A antecipação 
imaginativa é o que conduz ao descobrimento e à invenção; é o agente 
principal na formulação de planos estratégicos.



Segundo Emanuel Kant, "A filosofia deve iluminar e dirigir o
gênero humano em seu devido progresso até a felicidade universal".

  
O mestre Siegbert Tarrasch dizia: "O xadrez, como o amor, como a música, 
tem o poder de fazer os homens felizes".



Ludwig Wittgenstein disse: "Também poderia chamar-se filosofia 
ao que é possível, ao que está latente, antes de todos os
descobrimentos e invenções". Um dos maiores atrativos do xadrez reside 
na expectativa de descobrir e inventar jogadas nunca vistas. Como a 
filosofia, o xadrez é uma busca do invisível.



O poeta mexicano Marco Antônio Montes de Oca, em "Retrato" conta: "O invisível se vê, se alguém calcula de onde aonde chega".

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